O jogo do Barcelona

Hoje acordei cedo para assistir a final do Mundial de Clubes.
Ouvi falar que jogaria Santos X Barcelona (o melhor time do mundo), mas só vi um time uniforme azul e grená jogando, e jogando como se estivesse treinando passes num domingo qualquer, brincando de “toquinho”.
Por vezes eu percebia uns meninos, que a uma certa distância, admirando aqueles passes perfeitos, que iam de pé em pé, sem falha. Essa distância, provavelmente, era para não atrapalhar o balé executado com tanta beleza e, quem sabe, assim que um errasse e a bola parasse, pedir um autógrafo para aquela esquadra tão sinérgica.
Respeito e idolatria têm limites, faltou o Santos perceber isso.
Se não trouxerem ao menos as camisas autografadas pelo mito Barça, foram para o Japão em vão.

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